quinta-feira, 20 de Agosto de 2009

Charlie "Bird" Parker





Caros Amigos,

Sobre Jazz, é tudo que eu tenho para dizer...

Uma palavra de amizade ao Érico e ao Salsa, por tudo que me ensinaram. São blogs que vou continuar a seguir. Obrigado por tudo.

Como diz Bob Marley, "Já estive aqui antes e voltarei outra vez, mas não terminarei esta viagem". Quem sabe em que género musical...

Um abraço a todos,

Miguel Coelho

Tommy Castro



domingo, 16 de Agosto de 2009

Anna Maria Jopek



sexta-feira, 31 de Julho de 2009

Duke Ellington



domingo, 26 de Julho de 2009

Les Paul



quinta-feira, 23 de Julho de 2009

Freddie Hubbard



terça-feira, 21 de Julho de 2009

Lee Konitz



domingo, 19 de Julho de 2009

Brian Auger



quinta-feira, 16 de Julho de 2009

Bud Powell



quarta-feira, 15 de Julho de 2009

Hamilton de Holanda



terça-feira, 14 de Julho de 2009

Dexter Gordon



domingo, 12 de Julho de 2009

Alice Coltrane



sábado, 11 de Julho de 2009

Philip Catherine



sexta-feira, 10 de Julho de 2009

Bill Evans



quarta-feira, 8 de Julho de 2009

Eldee Young



domingo, 5 de Julho de 2009

Horace Silver



sábado, 4 de Julho de 2009

Al Di Meola



quinta-feira, 2 de Julho de 2009

Shawn Lane



quarta-feira, 1 de Julho de 2009

Jimmy Raney



terça-feira, 30 de Junho de 2009

Trey Gunn


A native Texan who now resides in Seattle, Washington, Gunn began his musical life at the age of seven playing classical piano. His interest in music grew through various instruments: electric bass, electric and acoustic guitar, keyboards, and the touch guitar. He moved to Eugene, Oregon, and played in punk bands while he completed a degree in classical music composition at the University of Oregon[1]. He then moved to New York City where his professional career began.

He spent some time as a student of Guitar Craft with founder Robert Fripp and appeared on several Robert Fripp and the League of Crafty Guitarists recordings. From 1988 to 1991, he toured playing Chapman Stick in the UK and Europe, with Toyah Willcox, Robert Fripp and Paul Beavis, at first under the band project name "Fripp, Fripp" who by the second tour became "Sunday All Over the World". They recorded and released one album in 1991 entitled Kneeling At the Shrine. In the same year and with the SAOTW line up, he also played stick on the solo Toyah album Ophelia's Shadow, produced by Toyah who was to later guest on his album, The Third Star.

In 1992, he was asked to join David Sylvian and Robert Fripp in a collaborative project that toured the United States, Europe and Japan. The band released The First Day and Damage — a live recording from the Royal Albert Hall in London. During this period Gunn also recorded his first solo album One Thousand Years.

In 1994, Gunn joined King Crimson. With King Crimson he played Chapman Stick and subsequently diverse types of Warr guitar and was part of the "double trio" formation opposite Tony Levin. In 1997, King Crimson fragmented into smaller configurations known as the ProjeKcts. Gunn, along with Fripp, participated in all of the ProjeKcts performances and recordings. In 1999, the group mutated into a four piece — Belew, Fripp, Gunn and Mastelotto. He left Crimson after "The Power to Believe" tour in 2003. Over the course of his decade with the group he participated in thirty-three King Crimson CDs, two DVDs and hundreds of performances.

He has also performed and recorded with a number of other musicians: TOOL, Puscifer, Robert Fripp, Sean Malone and Gordian Knot, David Sylvian, Vernon Reid, John Paul Jones, Eric Johnson, Italian singer Alice, Azam Ali, Matt Chamberlain, Michael Brook, Bill Rieflin, David Hykes of the Harmonic Choir and many more. He has released a number of solo albums, as Trey Gunn and as the leader of The Trey Gunn Band.

In 2003, Gunn founded the multi-media group Quodia with Joe Mendelson. In 2004, he and Pat Mastelotto started collaborating with Kimmo Pohjonen and Samuli Kosminen, forming KTU out of their respective duos TU and Kluster. In 2007, he began working with Eddie Jobson in the group UKZ.

In addition to helping run a collective music label based in Seattle called First World (FWD) and a multi-media production company (7 Directions), he is currently dividing his time between his solo work, film and television scoring, music supervising, and building multi-dimensional media projects.

segunda-feira, 29 de Junho de 2009

Niels-Henning Ørsted Pedersen


Niels-Henning Ørsted Pedersen nasceu no dia 27 de maio de 1946 em Osted, Dinamarca. Um virtuoso que quase sempre tocou dentro do estilo bop, Niels Pedersen foi um músico muito procurado desde que era um adolescente.

Um dos grandes baixistas europeus que emergiu durante os anos sessenta, Pedersen estudou piano inicialmente, antes de começar a tocar baixo com grupos de jazz dinamarquês quando tinha 14 anos.

Ele ficou relutante em aceitar a oferta da orquestra de Basie quando tinha 17 anos, mas continuou trabalhando como baixista do Club Montmartre e como integrante da Danish Radio Orchestra.

Sempre que os jazzmen americanos passavam pela Escandinávia, eles procuravam por Pedersen. Durante os anos sessenta eletocou com Sonny Rollins, Bill Evans, Roland Kirk, Dexter Gordon, Bud Powell e Albert Ayler. Nos anos setenta, Pedersen gravou um duo com Kenny Drew.

Em meados dos anos setenta, ele integrante ocasional do Oscar Peterson Trio e gravou várias vezes como líder de banda para o selo SteepleChase. Pedersen também gravou em muitas ocasiões diferentes para a Pablo Records.


domingo, 28 de Junho de 2009

Joe Zawinul


Josef Erich Zawinul nasceu no dia sete de julho de 1932 em Viena na Áustria e aos seis anos começou a tocar acordeão e em seguida a estudar piano clássico e composição no Conservatório de Viena. O seu interesse em ser pianista de jazz veio através das influências de George Shearing e Erroll Garner. Zawinul realizou trabalhos com o saxofonista austríaco Hans Koller em 1952 e se apresentou com seu próprio trio na França e Alemanha.

Ele emigrou para os Estados Unidos no início de 1958 depois de ganhar uma bolsa de estudos na Berklee. Depois de uma semana de aula ele partiu para se unir à banda de Maynard Ferguson por oito meses, onde Miles Davis obteve informações sobre seu trabalho. Seguindo uma curta temporada com Slide Hampton, Zawinul se tornou o pianista de Dinah Washington de 1959 a 1961 e passou um mês com Harry "Sweets" Edison antes de Cannonball Adderley o escolher como pianista do seu quinteto.

Zawinul permaneceu no quinteto durante nove anos, contribuindo com várias composições para o repertório do quinteto de Adderley. Entre elas estão "Mercy, Mercy, Mercy," "Walk Tall" e "Country Preacher". Durante esse tempo, Zawinul evoluiu muito como pianista de hardbop e de soul/jazz curtido no blues, e agora embarcava na onda do jazz/rock com seu piano elétrico. Em 1970 ele terminou seu trabalho com Adderley e entrou dentro do cenário do jazz-rock gravando com Miles Davis o seminal "In a Silent Way".

Em novembro de 1970 ele se uniu a Wayne Shorter e ao baixista tcheco Miroslav Vitous para formar o Weather Report. Esse grupo, sem dúvida o mais importante do jazz-rock, deu a Zawinul uma crescente autoconfiança para ir mais adiante, incorporando ao seu som as diversas músicas oriundas da África e Oriente Médio. Ele deixou o piano elétrico gradualmente em prol de uma série de sintetizadores sofisticados que ele tocou a níveis ainda não pensados. Weather Report se tornou uma banda popular, atraindo platéias além do jazz e do rock progressivo, graças a uma composição sua, "Birdland".

Quando Zawinul e Shorter finalmente encerraram sua parceria em 1985, Zawinul prolongou a vida do Weather Report criando por pouco tempo o grupo Weather Update, que não deixou nenhuma gravação. A evolução desse grupo, foi o Zawinul Syndicate durante uma década se alimentou das novidades da world music. Zawinul também mostrou interesse renovado em suas raízes européias, ora colaborando com o pianista clássico vienense Friedrich Gulda de 1987 a 1994, ora produzindo peças sinfônicas clássicas tendo como tema o Danúbio (1993). Depois do incêndio que destruiu sua casa em Malibu em 1994, Zawinul se mudou para New York, ficando mais perto da sua Europa.

Em 2002 ele lançou "Faces & Places", o primeiro álbum de estúdio depois de város anos. Apesar da influência de Zawinul no jazz tenha diminuido nos últimos anos devido à queda do interesse pelo jazz eletrônico, ele está sempre revigorando a sua música na busca por um espaço no mundo do jazz.

sábado, 27 de Junho de 2009

Charles Mingus


Charles Mingus Jr. é o mais influente contrabaixista do jazz moderno. Nascido numa base militar em Nogale, Arizona, cresceu em Los Angeles. Tendo começado a estudar música ainda criança, depois de tentativas sem muito sucesso com o trombone e o violoncelo, acabou por se decidir pelo contrabaixo na época do colégio. Seu talento logo foi percebido, e Mingus tocou nos anos 40 nos grupos de Barney Bigard, Louis Armstrong e Lionel Hampton. Participou do trio do vibrafonista Red Norvo (com o guitarrista Tal Farlow) em 1950-1951. Nos anos 50 tocou com uma constelação de grandes músicos: Billy Taylor, Stan Getz, Art Tatum, Charlie Parker, Dizzy Gillespie, Bud Powell, Max Roach e Duke Ellington, a quem admirava muito.

Em 1956, Mingus gravou o disco Pithecanthropus Erectus, amplamente reconhecido como uma obra-prima, que estabeleceu definitivamente seu nome como um dos líderes do jazz moderno. Nos dez anos seguintes, ele comporia temas antológicos e gravaria discos idem, tocando com Eric Dolphy, Jackie McLean, J. R. Monterose, Jimmy Knepper, Roland Kirk, Booker Ervin e John Handy, entre outros. Durante a década de 60, porém, problemas psicológicos e dificuldades financeiras fizeram a carreira de Mingus entrar em parafuso (não sem antes gravar mais uma de suas obras-primas, The Black Saint and The Sinner Lady, e também um disco solo como pianista, Mingus Plays Piano). Alguns aspectos dessa fase estão documentados no documentário Mingus, de Thomas Reichman (1968).

quarta-feira, 24 de Junho de 2009

Dennis Chambers


Dennis Chambers (born May 9, 1959) is an American drummer who has recorded and performed with John Scofield, Carl Filipiak, Steely Dan, Santana, Parliament/Funkadelic, John McLaughlin, Niacin, Mike Stern, and many others. Despite a complete lack of formal training, Chambers has become well-known among drummers for his impressive technique and speed. Chambers is particularly regarded for his ability to play "in the pocket" but can also stretch very far out of the pocket which is also a hallmark of his technique. Chambers exhibits a powerful style that is technically proficient, yet highly musical and groove-oriented. He can play in a wide variety of musical genres, but is perhaps most notable for his jazz-fusion, funk, and Latin music playing. He is mostly known for his fast hands and triplets on the bass drum. He has helped many young drummers, the most prominent being Tony Royster Jr.

Chambers began drumming at the age of four years old, and was gigging in Baltimore-area nightclubs by the age of six. In 1978 (at 18 years old) he joined Parliament/Funkadelic, and stayed with them until 1985. In the early 1990's he joined the John Scofield band. Since then he has played with most of the major figures in jazz fusion music.

Recently, he has been part of the Maceo Parker live band.

He is currently touring with Carlos Santana and makes appearances with his band Niacin. He plays Pearl drums, Zildjian cymbals, and Evans drumheads.

terça-feira, 23 de Junho de 2009

Bill Frisell


Nascido em Baltimore em 1951, o guitarrista Bill Frisell cresceu em Denver, Colorado, onde primeiro aprendeu a tocar clarinete e depois o violão, experimentando-o no blues, rock e jazz. Depois de freqüentar a University of Northern Colorado e a Berklee School of Music, Frisell se mudou para Bélgica onde ele colaborou com o baixista alemão Eberhard Weber.

Voltando a New York, Frisell assinou a gravadora ECM para a qual ele registrou vários álbuns bem inovadores onde desenvolvia sua técnica e habilidade em execução e composição, inclusive colaborou com Vernon Reid, guitarrista e líder da banda de rock Living Colour.

Em 1989 Frisell mudou para Seattle e assinou com a Elektra/Nonesuch, onde continuou a gravar de forma inovadora clássicos de rock e country em estilo de jazz, com o seu quarteto durante os anos noventa. Destaca-se a gravação que fez em 1997,“Nashville”, onde mergulha profundamente em suas influências rurais.